De certa forma, quando eu ouço essa música toda minha vida faz um pouco mais de sentido.
O ano era 2002. Eu tinha 12 anos e estava viajando para a praia de Cambúriu-SC com a minha mãe. No caminho de ida paramos em um posto e achei a fita k7 do acústico MTV do Nirvana. As fitas já começavam a entrar em declínio e as lojas liquidavam as poucas que ainda restavam nas prateleiras. Comprei por uma bagatela e passei a viagem inteira ouvindo sem parar essa música, o que era trabalhoso para repetidamente rebobinar diversas vezes até uma faixa específica. Quem teve o mínimo de contato com as fitas k7 sabe o que eu tô falando. Passei anos sem ouvir Nirvana. Meu CD do Nevermind (o primeiro ou segundo que comprei na minha vida, não me recordo qual foi o primeiro entre este e o Apettite For Destruction do Guns N Roses) acabou perdido em uma de minhas várias mudanças, junto com outros discos formadores de meu caráter musical. Hoje, por alguma razão pensei nessa música, e percebi que ainda soa incrívelmente bem. É uma pequena obra-prima do rock and roll, com uma ótima letra. Valeu, Cobain.
Please don’t wake me, no
don’t shake me
Leave me where I am
I’m only sleeping
— Nick Hornby (via lovemaltine)
My candle burns at both ends;
It will not last the night;
But ah, my foes, and oh, my friends—
It gives a lovely light!
Edna St. Vincent Millay
I can hear bells again
I hope they never stop ‘em ringing
They remind me of the distant past
Looking through a window stained glass
When the pledge was made
And the spell was cast
It’s a crime, it’s a crime
I’m always in the wrong place at the wrong time
Se um dia eu tiver uma banda, é assim que ela vai ser.
-
Poema em linha reta, Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em...